Quando expira a patente do pembrolizumabe?
O pembrolizumabe (Keytruda) não tem uma única “patente que cai” em todos os países. Ele foi protegido por vários pedidos e patentes diferentes (por exemplo, processos de fabricação e formulações), além de haver prazos de exclusividade regulatória que podem prolongar o monopólio comercial após a patente expirar. Por isso, a resposta correta depende do país e do tipo de patente/exclusividade considerada.
A expiração é igual no Brasil e no exterior?
Não. O que vale no país onde você está (Brasil, EUA, UE, etc.) é o que determina quando pode haver entrada de concorrentes. Em geral, os prazos variam por:
- datas específicas de depósito e concessão de cada patente;
- regras locais de duração de patente;
- eventuais extensões (como exclusividade regulatória) e atualizações do portfólio de propriedade intelectual.
Como saber a data exata da queda das patentes para o Brasil?
Para achar a data exata no Brasil, é preciso consultar o status do portfólio de patentes do pembrolizumabe junto ao órgão competente (na prática, o que costuma orientar é a lista de patentes vinculadas e o status “vigente/expirada” no país). Sem esses documentos e sem indicar qual país você quer, não dá para cravar um ano.
E se eu estiver perguntando de “biossimilares”: quando eles entram?
Mesmo com patentes expiradas, a entrada de biossimilares depende do marco regulatório e de quanto ainda resta de exclusividades no país. Em muitos casos, a primeira liberação comercial de um biossimilar ocorre quando as barreiras de patente/exclusividade aplicáveis foram superadas.
Você quer a data para qual país?
Se você me disser o país (Brasil, EUA, União Europeia, etc.) e se a dúvida é sobre patente “de produto” ou sobre entrada de biossimilares, eu consigo direcionar o tipo de informação necessária para chegar à data correta.